Colunistas

Ana Elisa Ribeiro nasceu em 1975, em Belo Horizonte, cidade onde vive. É autora de livros de poesia, conto, crônica e literatura infantojuvenil, por diversas editoras brasileiras. Bacharel e licenciada em Letras pela Universidade Federal de Minas Gerais, onde também se formou mestre e doutora em Estudos Linguísticos.É professora e pesquisadora nos campos da Linguística Aplicada e da Edição, no Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais.

Professora Associada da Pós-Graduação em Literatura, Cultura e Contemporaneidade da PUC-Rio, escritora, curadora da Exposição ‘Cadernos do Corpo’ (CCJF, 2016), uma das fundadoras da Revista DR, pesquisadora da obra do francês Antonin Artaud. Autora dos livros A punhalada [poesia], (7Letras, 2016, coleção Megamini), Antonin Artaud (EDUERJ, 2016), e das coletâneas Sobre o Corpo (7Letras, 2016), Expansões Contemporâneas – literatura e outras formas (UFMG, 2014), Experiência e Arte Contemporânea (Ed. Circuito, 2013), entre outros artigos e ensaios.

É professor do curso de Letras da Universidade Federal do Paraná e tradutor. Fotografado por Kate Griffin.

É poeta, ficcionista, tradutor, performer bissexto e roteirista cinematográfico, autor dos livros synchronoscopio, Ramerrão, Os Ilhados, Os Postais Catastróficos (editora 7Letras), A Mais ou Menos Completa Ausência (Ó Editorial) e Duas ou três coisas airadas (LUNAParque), este último em parceria com Horácio Costa. Publicou textos em O Globo, Folha de S. Paulo, Suplemento Pernambuco, Revista Select, Blog do IMS, Neue Rundschau (Alemanha), Relâmpago (Portugal), Jacket2 (EUA), entre outros. Atualmente vive em São Paulo e ministra oficinas de escrita criativa.

Professor Titular de Literatura Comparada da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Autor de 11 livros e organizador de mais de 20 títulos. Seus ensaios já foram traduzidos para o espanhol, francês, italiano, alemão e inglês.

Leda Cartum é escritora, roteirista e tradutora. Autora dos livros As horas do dia – pequeno dicionário calendário (7Letras, 2012), O porto (Iluminuras, 2016) e Bruno Schulz conduz um cavalo (Relicário, 2018).

Nilma Lacerda nasceu no Rio de Janeiro, onde vive. Autora de Manual de Tapeçaria, Sortes de Villamor, Pena de Ganso, Cartas do São Francisco: Conversas com Rilke à Beira do Rio, tem publicados ensaios e artigos científicos. Professora da Universidade Federal Fluminense e também tradutora, recebeu vários prêmios por sua obra, dentre os quais o Jabuti, o Prêmio Rio e o Prêmio Brasília de Literatura Infantojuvenil. No site da revista Pessoa, na Coluna Ladrinhos, Nilma publica quinzenalmente trechos das páginas lusófonas do Diário de navegação da palavra escrita na América Latina. O texto  ganhou talhe ficcional para publicação em Mapas de viagem, volume de contos que é fruto  de um projeto de formação de leitores. Ela também contribui com crônicas sobre o universo literário.

É professora do Departamento de Letras da PUC-Rio, atuando no Programa de Pós-graduação em Literatura, Cultura e Contemporaneidade. Doutora em filosofia pela École des Hautes Études en Sciences Sociales de Paris, onde morou entre 1999 e 2014, tem livros de ensaios publicados na França e no Brasil, além de traduções do francês e do alemão. Como poeta, publicou Migalhas metacríticas (7Letras, coleção Megamíni, 2017) e Bye bye Babel (7Letras, 2018). Bye bye Babel obteve a primeira menção honrosa do Prêmio Cidade de Belo Horizonte, edição de 2016.

É escritor e historiador da arte, PhD pelo Courtaud Institute of Art (Londres). É autor de numerosos livros sobre história da arte e do design brasileiros e também quatro livros de ficção, assim como roteiros de cinema e tevê. Colabora com a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Instituto de Artes) e a Freie Universität Berlin (Lateinamerika Institut) como pesquisador associado. Atua ainda como curador independente. Fotografado por Patricia Breves.

 

Nasceu em São Paulo (SP), em 1979, é jornalista e escritor. Escreve ensaios, perfis e reportagens para diversos periódicos. Em 2012, recebeu o Grande Prêmio de Reportagem da Editora Globo. Em 2016, publicou Do outro lado do rio (Editora NÓS), sua estreia na ficção, finalista do Prêmio São Paulo de Literatura.

Potiguar de Pernambuco e radicado Carioca! Assim define-se Toinho Castro, que nasceu em Natal, no Rio Grande do Norte, cresceu no Recife e migrou para o Rio de Janeiro aos 30 anos. Tudo em meio à uma família de poetas, músicos artistas. Além da poesia, trabalha com design gráfico, fotografia, vídeo e outras mídias; faz filmes (Viagem a Marte, Avenida um, Vai, foguete, entre outros) e publica versos por aí. Organizou e participou da coletânea de poemas Lendário Livro, com Aderaldo Luciano, Braulio Tavares, Nonato Gurgel, Numa Ciro e Otto. Seu trabalho enquanto poeta está ligado à construção da memória como espaço de compartilhamento, em que a poesia media uma troca vivências, percepções e expectativas. 

Poeta, desenhista, arquiteto e diplomata, nasceu no Rio de Janeiro em 1933. Atualmente vive na Alemanha.

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