Colunistas

É socióloga e foi professora da Fundação Getulio Vargas até 2019, de onde saiu para se dedicar integralmente à literatura. Nascida em Varginha (MG), passou sua infância e juventude de São Carlos (SP), formou-se em Ciências Sociais pela UNESP/Araraquara, fez mestrado e doutorado na Universidade de São Paulo (USP) com bolsa sanduíche no Massachusetts Institute of Technology (MIT). Foi Pesquisadora Visitante na Universidade de Boston (BU) e fez pós-doutorado na Universidade de Londres (King’s College). Publicou e organizou diversos artigos e livros acadêmicos. A origem da água é seu primeiro livro de ficção. 

É mineira de Belo Horizonte, onde trabalha e reside. É professora e pesquisadora do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais, onde atua na área de Linguagem e Tecnologia, em três níveis de ensino. Publicou mais de trinta livros para crianças, adolescentes e adultos, sendo os mais recentes os poemários Álbum (Relicário, 2018) e Dicionário de Imprecisões (Impressões de Minas, 2019). É colunista do Digestivo Cultural e da Revista Pessoa. Fotografada por Sérgio Karam.

É Professora da Pós-Graduação em Literatura, Cultura e Contemporaneidade da PUC-Rio, Cientista do Estado pela FAPERJ e Bolsista de Produtividade no CNPq. Curadora convidada da Bienal de SP 2021. É escritora, com livros como Tiráspola e Desaparecimentos, Editora Garupa, 2016, A punhalada, 7Letras, 2016, Todo Mar, Urutau, 2018; colunista da Revista Literária Pessoa, pesquisadora da obra do escritor francês Antonin Artaud, vem desenvolvendo há muitos anos uma investigação sobre os diversos modos de relação entre os corpos e a escrita. Autora do livro Antonin Artaud, EDUERJ, 2016, e com Gabriel Giorgi Ódios Políticos e Politica do Ódio, RJ: Bazar do Tempo, 2019 e Las Vueltas del ódio, BA: Eterna Cadência, 2020. Organizadora do livro A Perda de Si – cartas de A. Artaud, Rocco, 2017; e das coletâneas Sobre o Corpo 7Letras, 2016, Expansões Contemporâneasliteratura e outras formas, com Florência Garramuno, UFMG, 2014, entre outros artigos e ensaios.  Fotografada por Aline Macedo.

Carolina Vigna (1971) é professora doutora em Educação, Arte e História da Cultura. Atualmente pós-doutoranda em Letras. Autora de vários artigos teóricos e 5 livros infantojuvenis. Mais no site da autora. 

É escritor e professor da pós-graduação da Pós-Graduação em Letras da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Em 2018, publicou o livro de contos Na outra margem, o Leviatã (Lote 42) e em 2017 o livro teórico Narrativas e espaços ficcionais: uma introdução (Editora Mackenzie).

Nasceu em Camacã (Bahia). Publicou os livros de ficção Retrato Desnatural: diários 2004-2007 (Record, 2008), Cantos do Mundo (Record, 2011, finalista do Prêmio Portugal Telecom, atual Oceanos), Cantos Profanos (Globo, 2014), A desordem das inscrições: contracantos (7Letras, 2019) e Diários de Vincent: impressões do estrangeiro (Circuito, 2021). Fez Doutorado na UFRJ. Nos anos 1990, foi aluno de Jacques Derrida (na EHESS) e de Sarah Kofman (na Sorbonne). Em 2007, realizou um Pós-Doutorado em Filosofia na Universidade Livre de Berlim. Ministrou cursos e palestras em instituições como a Universidade Federal de Juiz de Fora, a Universidade de Paris e a Universidade de Viena, entre outras. Ensaios: Derrida e a literatura (3ª. ed., É Realizações, 2015, traduzido em 2021 pela editora argentina La Cebra), Clarice Lispector: Uma Literatura Pensante (Civilização Brasileira, 2012) e, com Derrida, La Solidarité des vivants (Éd. Hermann, 2016). Site.

Luisa Destri escreve e pesquisa – quase nunca nessa mesma ordem, muitas vezes sobre literatura, atualmente em torno da representação literária da maternidade. Tem doutorado em Literatura Brasileira (USP) e mestrado em Teoria e História Literária (Unicamp), com estudos sobre poesia brasileira. É coautora da biografia Eu e não outra – a vida intensa de Hilda Hilst (Tordesilhas, 2018).

Nasceu em Belo Horizonte, é formada em Comunicação Social pela Universidade Federal de Minas Gerais e pós-graduada em Processos Criativos em Palavra e Imagem pela PUC-Minas. Seu livro de estreia, a coletânea de contos Sobre pessoas normais (Ed. Patuá), foi semifinalista do Prêmio Oceanos. Em 2016, foi a autora residente do FOLIO - Festival Literário Internacional de Óbidos, em Portugal. Em 2020 lançou seu primeiro romance, Nem sinal de asas (Ed. Patuá). Fotografada por Rafael Motta.

Mariano Marovatto nasceu no dia primeiro de abril de 1982, no Rio de Janeiro. Escreveu livros como Estirâncio (7Letras, 2019), Casa (7Letras, 2015) e Vinte e cinco poemas com Chico Alvim (Luna Parque, 2015), e gravou alguns discos, entre eles: Praia (Maravillha 8, 2013) e Selvagem (Embolacha, 2016). Como pesquisador e arquivista literário, foi responsável, entre outros trabalhos, pela organização do acervo do escritor e compositor Cacaso e pela pesquisa de inéditos e estabelecimento de texto da Poética de Ana Cristina Cesar. Recentemente organizou Os Fantasmas Inquilinos, antologia de poemas de Daniel Jonas (Todavia, 2019) e a versão em português de Silêncio de John Cage (Cobogó, no prelo). Doutor em literatura brasileira pela PUC-Rio, Mariano foi também apresentador e roteirista do programa musical Segue o som na TV Brasil entre 2009 e 2016. Toda a sua produção está disponível aqui

Nasceu no Rio de Janeiro, onde vive. Autora de Manual de Tapeçaria, Sortes de Villamor, Pena de Ganso, Cartas do São Francisco: Conversas com Rilke à Beira do Rio, tem publicados ensaios e artigos científicos. Professora da Universidade Federal Fluminense e também tradutora, recebeu vários prêmios por sua obra, dentre os quais o Jabuti, o Prêmio Rio e o Prêmio Brasília de Literatura Infantojuvenil. No site da revista Pessoa, na Coluna Ladrinhos, Nilma publica quinzenalmente trechos das páginas lusófonas do Diário de navegação da palavra escrita na América Latina. O texto  ganhou talhe ficcional para publicação em Mapas de viagem, volume de contos que é fruto  de um projeto de formação de leitores. Ela também contribui com crônicas sobre o universo literário.

Paula Weiss tem mestrado e doutorado em Direito pela Universidade de Tübingen. Desde 2014, assessora a prefeitura da cidade de Frankfurt em diversos projetos culturais. Na Alemanha, é presidente da Fundação Museu de Artes Aplicadas e integra os Conselhos do Teatro Inglês, do Museu de Arte Moderna e do Teatro de Frankfurt. É também patrona da Bienal de Berlim. Com um grupo de cientistas políticos e pesquisadores de diversas áreas, que ajudou a formar em Frankfurt, trabalha ativamente na concepção da Casa da Democracia, cujo objetivo será discutir o futuro da ordem democrática na Alemanha e no mundo. Recentemente lançou o livro de autoficção Entre nós, pela Folhas de Relva Edições. Fotografada por Dominik Mentzos

Nasceu em São Paulo, onde mora. É doutora em Literatura pela USP. Autora de Desnorteio (de 2012), romance vencedor do Prêmio São Paulo de Literatura, e Um dia toparei comigo (de 2015), livro finalista do mesmo prêmio. No corredor dos cobogós (Edições SM) é sua primeira obra juvenil.

 

 

É escritor e historiador da arte, PhD pelo Courtaud Institute of Art (Londres). É autor de numerosos livros sobre história da arte e do design brasileiros e também quatro livros de ficção, assim como roteiros de cinema e tevê. Colabora com a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Instituto de Artes) e a Freie Universität Berlin (Lateinamerika Institut) como pesquisador associado. Atua ainda como curador independente. Fotografado por Patricia Breves.

 

Rafael Zacca é poeta e crítico. É co-articulador da Oficina Experimental de Poesia, no Rio de Janeiro. Doutor em Filosofia na PUC-Rio, onde pesquisou a obra de Walter Benjamin. Colaborador do do Jornal Rascunho e da revista Escamandro. Autor de Kraft | Poemas (2015), Mini Marx (2017), Mega Mao (2018) e de A estreita artéria das coisas (no prelo). É um dos autores do livro de oficinas literárias Almanaque Rebolado, escrito a 20 mãos (2017).

 

 

Poeta, desenhista, arquiteto e diplomata, nasceu no Rio de Janeiro em 1933. Atualmente vive na Alemanha.

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