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Sobre a arte, a verdade e as Musas

Ilustração: Gretzlak



2021-07-27

Curadoria de Tatiana Salem Levy e Pedro Duarte de Andrade. Juntando filosofia, história e estética, esta seção dedica-se a pensar a liberdade experimental e crítica da arte face aos desafios do mundo contemporâneo.

              

I.

"Os antigos invocavam as Musas" — eis uma proposição, um juízo, que temos todas as razões para considerar verdadeiro. Qualquer enciclopédia de filologia clássica deve referir esta verdade sobre os Antigos, quer a formule exactamente nestes termos, quer o faça noutros. E, contudo, Os antigos invocavam as Musas” não é realmente uma proposição verdadeira tirada de uma enciclopédia de filologia clássica, mas sim o título e o primeiro verso de um poema de Fernando Pessoa ou, mais propriamente, do seu heterónimo Álvaro de Campos. Pensar a diferença entre os antigos invocavam as Musas” como proposição da ciência filológica e...

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João Constâncio

É Professor Catedrático do Departamento de Filosofia da Universidade Nova de Lisboa e Director do Instituto de Filosofia da Nova. Fez o seu Doutoramento sobre Platão, e é autor do livro Arte e niilismo: Nietzsche e o enigma do mundo (Tinta-da-china, 2014) e de muitas outras publicações, como “On Consciousness: Nietzsche’s Departure from Schopenhauer” (Nietzsche-Studien 2011) ou (como co-organizador) Nietzsche and the Problem of Subjectivity (De Gruyter 2015) e Nietzsche and Kantian Ethics (Bloomsbury 2017). 




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