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Ante-crônica



2016-10-05

Da minha janela vejo a Praça, pequena praça sem saída, e o edificado urbano alongando-se no horizonte até à outra margem do Tejo. Depois, o céu. Copas de árvores entretanto, e a luz inconfundível de Lisboa sobretudo.
A luz inconfundível de Lisboa é um clichê independente da estação do ano, independente até dos meus humores. Sobre ela já se disse tanto que me escuso a dizer mais maravilhas sobre a maravilha.
Aqui habito, praticamente à janela. Desta janela privilegiada sobre a cidade vejo o mundo porque é aqui que me instalo regressada do mundo. A janela é uma parede de vidro, o...

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Fernanda Mira Barros

Fernanda Mira Barros (Lisboa,1967) cursou língua e literatura inglesa e alemã na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. É editora dos Livros Cotovia, pequena editora lisboeta de catálogo quase imaculado. É amante de livros, animais e outros seres belos. Ex-tímida, seu lema é: Nunca se sabe.




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