Fernanda Mira Barros

Não recordo o frio

2017-02-15
Crônicas de Lisboa
Mosteiro zen, Colorado, fim de 2016 Não recordo o frio, recordo a neve, que &eac ...

Coelhos na neve

2016-12-29
Crônicas de Lisboa
A quem tem agasalhos o estado do tempo importa muito menos. Entendamos a casa como agasal ...

Não há celulite no Hotel Renaissance

2016-12-22
Crônicas de Lisboa
A caminho de casa, despedi-me da cidade ia fria a noite. O frio não desagradava. Um ...

King size

2016-12-01
Crônicas de Lisboa
Uma friagem no ombro destapado e acordo. Sei que choveu toda a noite, que cheguei tarde a ...

Não sei como se faz

2016-11-24
Crônicas de Lisboa
Agora, que vou completar cinquenta anos, decidi amar-me.Ainda não estou certa de ter deci ...

A nódoa

2016-11-15
Crônicas de Lisboa
Tinha-me maquilhado para aparentar as boas cores que só as sovas do mar de Setemb ...

Morre-se sempre

2016-11-02
Crônicas de Lisboa
“Finou-se, coitadinho.” Longínquos tempos em que este verbo, digno como qualquer, se ouvi ...

Os loucos

2016-10-25
Crônicas de Lisboa
Se no centro da cidade ainda há asilos para doidos, então no centro da cidade há doidos r ...

O espanto pueril

2016-10-20
Crônicas de Lisboa
“Mãe, esta senhora tem olhos azuis. Azuis, mãe! Olhe, mãe, azuuuuis!” -- e apontava, indi ...

Aquele mar do fim das férias

2016-10-13
Crônicas de Lisboa
Lisboa não é bem uma cidade fluvial ainda que seja banhada por um rio. O Tejo entra no m ...

Ante-crônica

2016-10-05
Crônicas de Lisboa
Da minha janela vejo a Praça, pequena praça sem saída, e o edificado urbano alongando-se ...
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