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Seis poemas visuais
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05 de Agosto de 2014 André Vallias

Mata-mata, 2013






















Flua, 2013

















Mesóclise, 2013


























Runas, 2013




































Madeira de lei, 2013



















Eu, 2013



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Uma simples pergunta à queima-roupa
Carlos Henrique Schroeder
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  • André Vallias

    André Vallias nasceu em São Paulo, em 1963. É poeta visual, designer gráfico e produtor de mídia interativa. Começa a dedicar-se à poesia visual em 1985, sob a influência de Augusto de Campos e Omar Guedes. De 1987 a 1994, reside na Alemanha, onde inicia atividades sobre mídia digital. Em 1990, atua como cocurador da exposição Transfutur – poesia visual da União Soviética, Brasil e Países de língua alemã, em Kassel, Alemanha, e Berlim. Em 1992, organiza a mostra internacional de poesia feita em computador p0es1e-digitale dichtkunst, em Annaberg-Buchholz, na Alemanha. Em 1994, volta a residir Brasil, no Rio de Janeiro, e dirige a produtora de mídia interativa Refazenda. Tem textos publicados em diversas antologias, entre as quais destacam-se: Media Poetry: an International Anthology (1996) e Céu Acima: Para um tombeau de Haroldo de Campos (2005),  bem como revistas brasileiras e estrangeiras: Piauí, Artéria, Et Cetera, Cacto, Roda, Cortex, Alire, Visible Language, High Quality. Traduz e analisa a obra do poeta alemão Heinrich Heine (1797-1856), na obra Heine Hein? Poeta dos Contrários, publicada em 2011. Ao lado do escritor Eucaraã Ferraz, editou a revista on-line Errática. A editora Cultura & Barbárie lançou em 2014 o álbum Totem, contendo seu poema homônimo, escrito a partir do nome de 222 povos indígenas.

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